sexta-feira, 20 de abril de 2018

As crônicas de Narnia #1.1

Esse mês pretendo ilustrar todo o primeiro livro das crônicas de Nárnia. O leão, a feiticeira e o guarda-roupas foi o primeiro livro do Lewis a ser publicado e o livro que a maioria de nós foi introduzido a Nárnia. Da primeira vez que li, fiquei fascinado com o universo e pretendo reler ele. As crônicas no geral são livros muito muito especiais pra mim também, porque marcam um vínculo meu e com meus amigos do ensino médio. Vai dar pra acompanhar aqui no instagram e no twitter também!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

segunda-feira, 9 de abril de 2018

the witch


        



domingo, 8 de abril de 2018

quinta-feira, 5 de abril de 2018

terça-feira, 6 de março de 2018

Os diários de escrita #2

“Receba bem esta dor, pois algum dia ela lhe será útil” 
O universo tende a ferir. Ele encontra sentido na destruição, em empurrar o copo para a borda da mesa e em derrubá-lo. Nossas moléculas unem de um acaso e eventualmente se separam de novo. E a cisão dói, fisicamente, espiritualmente. Toda quebra é precedida por algo completo ou com intuito de completude. A destruição, portanto, leva a perda de um sentido, e a perda é feia e soa errada. Talvez exista sentido no errado, talvez seja essa a natureza das coisas. E o que a gente faz com isso, com o sentido das coisas, é que a gente esquece, vive a par e mascara, contrói, busca sentido no início e no novo. Alguns fazem poesia, outros constroem imagens, uns choram. Independente do que é feito após o `fim`, o universo seguirá e as coisas continuarão se estilhaçando, se repartindo para sempre e potencialmente se unindo a algo de novo. Uma nova união, uma ligação não planejada, algo que nunca teria sentido antes.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Omar

Da tradicional árvore de feiticeiros capazes de verter as águas mais profundas da terra

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Os diários de escrita #1

“The flower that blooms in adversity is the rarest and most beautiful of all”

Eu reflito sobre minha vida muitas vezes olhando por onde eu estive nos últimos anos. É como desenrolar uma fita de negativos mentalmente e ir parando pra observar um frame ou outro. `Aqui eu numa classe de ensino médio`, eu aponto, `aqui na casa dos meus pais num sabado de manhã`, desenrolo mais um pouco e alguns bons negativos a frente um novo frame, `eu na casa de pessoas desconhecidas de uma cultura diferente e aqui numa faculdade estrangeira`, mais a frente `eu em terras de hobbit molhadas depois de um temporal` e finalmente alguns outros lugares não tão felizes, como um colchão na sala de um amigo ou uma maca de hospital. Acho interessante que em cada um desses lugares meu pensamento e comportamento foi único e gosto de pensar que cada Helder de um desses momentos foi um `eu` particular que existiu e se extinguiu.
          Estou vivendo em um lugar tão especial quanto esses que citei, mas não necessariamente numa posição melhor ou mais feliz, como na terra dos hobbits. Talvez num lugar menos cinematográfico, mais adverso e provocador, na verdade. Garantias que eu tinha mudaram, algumas seguridades expiraram e meus planos profissionais foram engavetados. Esse lugar, ao qual eu perteço no universo nesse momento, é exatamente o que eu preciso pra fazer algo que eu sempre quis: contar uma história.
          Eu estou escrevendo uma historia sobre propósito, identidade e conflito. Eu meio que dei varias voltas, escrevi pedaços aqui e acolá em 2016 e 2017, mas agora oficialmente eu estou escrevendo. É uma narrativa em primeira pessoa do Otto, viajante que desce as planícies do reino em busca de conhecer os lugares que o pai desejava ter conhecido. Os escritos do personagem se misturam com a arte dele e o resultado disso é uma espécie de narrativa ilustrada, onde o desenho serve tanto como complemento como muitas vezes conta por si a história. O objetivo é que o Otto registre - graficamente e por escrito - diversas culturas, desde a musica até a dança, passando pela forma de se vestir das pessoas e pela mitologia de cada lugar.
          Existe ainda a história do próprio Otto. O texto não tende a ser apenas descritivo, mas reflexivo também. Otto vai estar em diversas situações e cada um dos lugares, pessoas e eventos que ele encontra tendem a mudá-lo de alguma forma. Assim como eu, ele também vai ter bons e maus momentos e vai ser uma personagem nova que nasce e se extingue ao longo da história.
***
        Criar culturas, historias e personalidades está me permitindo pesquisar e usar muita, muita informação a ponto de ser exaustivo. Escrever em si é um processo muito avassalador e inquietante e às vezes eu quero parar e me expressar além de um tweet ou de uma conversa rápida com alguem. Então vou usar o espaço no meu blog pra registrar meus pensamentos, achados, inquietações e planos durante a escrita do livro. Os diários de escrita vão ser textos longos, às vezes sem muito propósito a não ser a reflexão. Estou embarcando nessa de registrar essas coisas, porque sinto que vou gostar de ter esses textos como amostras da minha evolução com as palavras. Ao mesmo tempo, gosto de reclamar e pensar demais sobre as coisas. - Helder

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

#meettheartist2018


Esse sou eu em 2018. O ano passado me deixou muitas marcas, a maioria delas ruins. Passei por situações que demandaram muito emocional e psicológico, como a separação dos meus pais. Também me formei, o que foi um alívio, mas ao mesmo tempo me trouxe muito medo e ansiedade. Esse ano vou adiar minha entrada no mercado de trabalho como fisioterapeuta e focar no desenho. Todas essas coisas me colocaram na borda de um precipício emocional, e muitos desses eventos ainda to tentando superar. Felizmente to conseguindo reverter isso no processo criativo de Otto o que serve de alguma forma como catarse. Bom, como eu disse, esse sou eu em 2018 carregando uma aflição aqui e ali, mais adulto um pouquinho e felizmente lendo mais. Espero que seja um bom ano 💛

sábado, 6 de janeiro de 2018

Bruxa do pântano


A perversa bruxa dos pântanos & de répteis e insetos asquerosos como vespas e sapos, capaz de conjurar feitiços terríveis tais quais baratas voadoras e cobras na privada. A vassoura é feita de madeira velha de salgueiro cheia de lodo e insetos pequenos dentro (gross). Tive que pintar toda ela em 3 horas, daí tem uns errinhos aqui e ali, que passaram batido porque fiz uma revisão muito rápida no fim.