sábado, 22 de setembro de 2018

Learning.1

Reach out. It is time to move on

quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Dominga


             Dominga foi originalmente desenhada pela Clari, no art trade que deu origem a Mima também e a essa história de convenção de magia. Chegou no ponto que -  como toda historia que surge na minha cabeça -  essa da convenção cresceu. Acho que vou desenhar outros bruxos de outros países. A Dominga mesmo é latina, da Colombia. Ela deve viajar com os pássaros cardeais pra Grécia, onde acontece o encontro. 

quinta-feira, 6 de setembro de 2018

segunda-feira, 3 de setembro de 2018

The Age of Odds


“The place in which I'll fit will not exist until I make it.” ― James Baldwin

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Crônicas de Narnia 1.8

“It is she that has got all Narnia under her thumb.”

quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Crônicas de Narnia 1.7

“He told about the midnight dances and how the nymphs who lived in the wells
and the dryads who lived in the trees came out to dance with the fauns;
 about long hunting parties after the milk-white stag who could give you wishes
if you caught him;”

terça-feira, 21 de agosto de 2018

As Crônicas de Narnia 1.5

“Always winter and never Christmas; think of that!”

domingo, 19 de agosto de 2018

As Crônicas de Narnia 1.4

“Good Evening,” said Lucy. But the Faun was so busy picking up its parcels that at first it did not reply. 
When it had finished it made her a little bow.”

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Um milhão de finais felizes

          Todo mundo que me segue em qualquer que seja a rede social nesse momento já deve saber que eu ilustrei a capa do novo livro do Vitor Martins. Eu conheci o Vitor há bastante tempo, desde 2013 ou 2014, ele já era ilustrador na internet e eu vivia minha fase de ilustrador das cavernas (aquele que desenha, mas esconde tudo a sete chaves num blog). Na época ele não tinha canal no youtube ainda e foi só la na frente que ele lançou o primeiro livro "Quinze dias". É curioso como as nossas historias cruzariam hoje em 2018.

Quando o Vitor me convidou pra fazer capa foi uma mistura de felicidade com medo. Era uma sensação que eu queria muito ter a de ir numa livraria e ver seu desenho estampando um livro. Mas criar uma capa implicava suprir expectativas minhas - em primeiro lugar, do Vitor, da editora e dos fãs do Vitor. Eu sempre acreditei bastante no meu trabalho e na minha força de vontade pra fazer algo legal e bonito, mas responder a todas essas expectativas me chacoalhou um pouco. Então eu aceitei e fiquei muito grato pela confiança que eles depositaram em mim. O processo foi muito tranquilo e por mais que às vezes eu sentisse certa insegurança em saber se seria capaz de atingir um resultado bom, eu sempre reafirmei pra mim que faria e refaria a capa até dar certo. Felizmente não foi necessário tanto e logo a gente chegou num resultado legal. Eis a capa, como todo mundo já deve ter visto.




A ideia inicial da capa ja tinha sido planejada pelo Vitor, mas fomos mudando e readequando. Um desafio pra mim foi adaptar a ideia de tecido holográfico ao meu estilo. Eu sabia que não usaria degradê ou um pincel mais suave, então precisei pesquisar e desenvolver algo que não fugisse do meu estilo e fosse agradável visualmente. Até hoje não consigo explicar como cheguei a esse resultado, mas fico feliz que consegui reproduzir ele mais tarde, pro fanart. Eu pedi uma copia do livro antes dele ser editado, pra ler antes de começar qualquer processo. Devo ter lido da tarde de uma sexta pra um sábado à noite e fui fazendo rascunhos de alguns personagens durante o processo. Esses desenhos não foram usados, mas tão aqui.


O livro é ótimo e me identifiquei muito com as vivências e alguns medos do Jonas. Ele tem um tom mais sério que Quinze Dias então a capa precisava ser um pouquinho mais contida. Apesar disso eu não queria que ela perdesse as cores mais vibrantes. Fiquei muito feliz quando acertamos a cor de fundo pra esse tom de vermelho, porque pra mim ele funciona perfeitamente pra chamar a atenção de quem passa. Mas tiveram muitas outras cores e testes.

É legal dizer sobre o processo também que eu não sou designer e que não planejei a diagramação, texto e detalhes mais técnicos da capa. Existem outras pessoas por trás disso. Existe um designer da capa, o Gabriel. O lettering também é todo do Vitor. Acredito que isso vá ser um padrão nos livros dele e foi uma escolha ótima da editora nesse livro, porque -  por enquanto - lettering é uma área que não tenho domínio.

Jonas e Arthur

A experiência de encontrar um livro com uma capa minha é muito boa mesmo. Fiquei feliz no meu cantinho com o feedback que vi das pessoas que compraram o livro e elogiaram. A oportunidade que o Vitor me deu foi uma janelinha de luz que abriu pra mim num momento meio crítico da minha carreira como artista. Eu lembro de dizer pra ele logo depois que aceitei a proposta que me procurasse pelo facebook porque eu ficaria um tempo ausente do resto da internet. Não foi um tempo bom aquele, mas a ideia de ilustrar pra um livro me fez continuar olhando pra frente. Acho que quando algo é feito com muito carinho, esperança e cuidado e recebe muita atenção na produção o resultado é sempre único e aquilo carrega um poder de transformação bom. Então tá aqui minha parcela de culpa nessa produção. Espero que o livro leve algo bom pras pessoas como ele trouxe pra mim. Meu obrigado ao Vitor, as editoras da Globo Alt e a todo mundo que acredita nos artistas jovens e aqueles que ainda estão procurando seu lugar. 

terça-feira, 19 de junho de 2018

As crônicas de Narnia #1.3

"`This must be a simply enormous wardrobe` thought Lucy"

terça-feira, 12 de junho de 2018

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Minha primeira capa de livro

        Ano passado, lá pelo fim de dezembro, me surgiu uma oportunidade por email, escrita em francês. Era uma editora que iria republicar a obra de Mark Twain na França e estava atrás de um artista que deixasse a obra mais interessante pra crianças. Eles iriam publicar uma nova tradução, mais fidedigna de dois livros do Mark, o clássicos "As aventuras de Huckleberry Finn" e "As aventuras de Tom Sawyer". Eu fiquei muito surpreso com a proposta, porque pra mim desenhar capas de livro e ver elas nas lojas é algo que sempre tive vontade de fazer. Quando era criança eu criei muitas publicações independentes e naturalmente eu era o autor das minhas próprias capas e encadernações. Aceitei. Os editores me deram completa liberdade de criar a nova capa, e eu decidi utilizar um modelo que eles ja haviam adotado nas edições anteriores, uma foto de perfil do próprio autor. No lugar do Mark eu desenhei minha interpretação dos dois garotos. Os livros saíram em abril na França.


O design da capa seguiu um padrão com elementos que eles têm pra todos os livros. Foi uma experiência legal pra entender como funciona uma capa e o que pode e não pode ser feito. 


Livros tem sido uma parte importante do meu ano. Em 2018 eu já li livros que bateriam dois anos das minhas metas de 30 livros anuais. Me aproximei muito desse mundo e já aprendi muito sobre como escrever, ilustrar e publicar. Isso afetou muito meus projetos que já estavam encaminhados de forma que eu tive que reformular toda a minha ideia do que seria "Otto". O universo da escrita passou a me interessar bastante e se ano passado eu olhei bastante pro lado da `moda` esse ano eu me voltei pra literatura. Certamente vou ter mais novidades nesse âmbito em breve! 

sábado, 19 de maio de 2018

Mermay #18

Marius. Eu desenhei esse merman ano passado, mas não gostei do resultado
e acabei apagando ele do instagram e daqui. Essa é uma versão nova.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Mermay #17

Expecting Agatha

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Mermay #16

Ano passado eu não consegui terminar os 31 dias de maio no mermay. Muitas ideias ficaram guardadas só esperando pra eu concluir o projeto esse ano. Como eu parei faltando 16 sereias, eu vou voltar agora, dia 16 de maio, pra finalizar as que faltam. Essa é a Iara. Quando eu era criança, minha mãe dizia que ela cantava meio-dia nos igarapés, e que quem tomava banho neles esse horário poderia ser carregado pra baixo d'água por ela. Eu morria de medo e onze horas ja tava saindo de perto de qualquer fio de água. Tem muito misticismo nas matas e rios daqui da Amazônia eu eu amo como isso influenciou minha criatividade de imaginar lendas e histórias fantásticas. 
Eu percebi na metade desse desenho que meu estilo variou um pouco, então apaguei tudo que tinha feito e refiz pra ele se adequar ao estilo que eu tinha em 2017. Ainda tem umas incongruências, mas acho que consegui manter a homogeneidade que eu quero que o projeto tenha (mesmo sendo completado um ano depois).

quinta-feira, 3 de maio de 2018

As crônicas de Narnia #1.2

O professor Diggory 


sexta-feira, 20 de abril de 2018

As crônicas de Narnia #1.1

Esse mês pretendo ilustrar todo o primeiro livro das crônicas de Nárnia. O leão, a feiticeira e o guarda-roupas foi o primeiro livro do Lewis a ser publicado e o livro que a maioria de nós foi introduzido a Nárnia. Da primeira vez que li, fiquei fascinado com o universo e pretendo reler ele. As crônicas no geral são livros muito muito especiais pra mim também, porque marcam um vínculo meu e com meus amigos do ensino médio. Vai dar pra acompanhar aqui no instagram e no twitter também!

quarta-feira, 11 de abril de 2018

segunda-feira, 9 de abril de 2018

the witch


        



domingo, 8 de abril de 2018